Então, contarei a história de Elsio, baseada em fatos imaginados...
Sempre um rapaz muito fugaz, Elsio era cheio de contar histórias. Um dia, contou a história da sua vida para uma garota com o qual gostaria de compartilhar doces momentos do porvir: fazendo muito sexo e bebendo muita cerveja. Essa garota gostou muito dele, então passou uma semana e ele veio a falecer. A vida foi, como sempre o é, imprevisível, mas até o ultimo dia de sua vida, Elsio viveu um sonho.
O grande êxtase da vida do rapaz poderia ter sido conhecer a garota, mas quem sabe não teria sido o sonho. E aí é que a reflexão prospera e entorna a vida do ser crítico, pois, como será que ele veio a falecer? Não sabemos se foi uma vítima de acidente, de uma doença ou suicídio. Nada se sabe, tudo se conjectura.
Mas e quanto à garota, que terá acontecido com ela? Será que teriam marcado um encontro ou trocado contato? Também não se sabe, não se sabe nem o que aconteceu a ela um dia depois. Talvez tenha descoberto sobre o que aconteceu com o rapaz, mas e se não? E se ela acha que ele sumiu, sendo um completo idiota, inescrupuloso, criador de ilusão, mente vil? Assim, então, o bom senso seria a vítima.
E, pensando bem mais longe, se a garota tivesse o matado? Quais seriam os motivos desse crime ilógico, ou talvez lógico? Melhor nem pensar...
Aparentemente, uma história tão curta, simples e sem sal ou açúcar como essa é tão dialética; mas teria sido assim, tão dialética, se fosse mais longa ou, por infelicidade da dislexia, mais curta? Pois é, tantas perguntas assim poderiam enlouquecer aquele que presta atenção nas mesmas; justamente por isso, gosto bastante dos críticos e sempre entro em atrito com os que dedicam suas vidas às provas de tudo, embora os admire. Seria loucura da minha parte? Com certeza!
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