quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Claudia

Nem sujo, nem mal lavado,
O meu nome é Claudia.
Não tenho dia, não tenho noite,
Tenho um próprio estilo de vida.
Bigodes, carícias,
Não era isso que você queria?
Contraponto, contraexemplo,
E tanta admiração.
Eu vou confessar que isso é coisa de irmão.

A barba cresce, o cabelo encurta
E sentimento prevalece.
Quanto capricho, quanta intimidade,
O palhaço sofre.
Lá vem o Zé chinelas pagando uma de mal
A idéia fluindo na moral.
Parece que não entendeu, o cara enlouqueceu
O diálogo acabou, morreu.
Eu vou confessar que isso é coisa de irmão.

Existe um rolê, existe uma essência,
Existe curaçau.
Nem todos o conhecem, poucos o detestam,
Mas esse é quente.
Ele vive num contexto, no contexto da união,
Acabaram os dias frios, acabou a reunião,
Esse tempo tá estranho e acaba sem refrão.

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